AAddressAssocia o domínio a um endereço IPv4.
example.com → 93.184.216.34AAddressAssocia o domínio a um endereço IPv4.
example.com → 93.184.216.34AAAAIPv6 AddressAssocia o domínio a um endereço IPv6.
example.com → 2606:2800:220:1:248:1893:25c8:1946CAACertification Authority AuthorizationAutoridades certificadoras autorizadas a emitir certificados TLS para o domínio.
0 issue "letsencrypt.org"CNAMECanonical NameAlias que aponta para outro nome de domínio em vez de um IP.
www.example.com → example.comDNSKEYDNS KeyChave pública usada pelo DNSSEC para assinar os registros da zona.
256 3 8 AwEAAb…DSDelegation SignerVincula a zona à chave DNSSEC da zona pai (delegação assinada).
2371 13 2 8ACBB0CD…HINFOHost InformationInformações do host: CPU e sistema operacional; hoje é pouco usado.
"Intel" "Linux"HTTPSHTTPS Service BindingParâmetros de conexão (ALPN, porta, IP) para acelerar o acesso HTTPS.
1 . alpn="h2,h3"MXMail ExchangeServidor de e-mail do domínio, com uma prioridade (o número menor tem preferência).
10 mail.example.comNAPTRNaming Authority PointerRegras de reescrita para descobrir serviços (usado em ENUM e SIP).
100 10 "U" "E2U+sip" "!^.*$!sip:info@example.com!" .NSName ServerServidores de nomes autoritativos que gerenciam a zona do domínio.
ns1.example.comPTRPointerDNS reverso: associa um endereço IP a um nome de domínio.
34.216.184.93.in-addr.arpa → example.comSOAStart of AuthorityDados de autoridade da zona: servidor primário, contato e tempos de atualização.
ns1.example.com admin.example.com 2024010101SRVServiceLocalização (host e porta) de um serviço, como SIP ou XMPP.
_sip._tcp 10 5 5060 sip.example.comSSHFPSSH FingerprintImpressão digital da chave pública SSH do host para verificar conexões.
1 1 123456789abcdef…SVCBService BindingRegistro genérico de vinculação de serviço; é a base do registro HTTPS.
1 svc.example.com alpn="h2"TLSATLS AssociationAssocia um certificado TLS ao domínio por meio do DANE.
3 1 1 0b87ad…TXTTextTexto livre; usado para SPF, DKIM, DMARC e verificações de propriedade.
v=spf1 include:_spf.google.com ~allUm registro DNS é uma entrada da zona de um domínio que responde a uma pergunta concreta: para qual endereço IP ele aponta, quais servidores recebem seu e-mail, quem administra a zona ou quais autoridades podem emitir certificados para ele. Cada tipo de registro responde a uma pergunta diferente, e uma zona bem configurada combina vários.
Esta referência reúne os tipos de registro que aparecem no dia a dia — dos básicos A, AAAA, CNAME, MX e TXT até os de segurança como CAA, DNSKEY, DS, TLSA e SSHFP — com o nome completo, para que serve cada um e um exemplo de como aparece na zona.
É uma tabela de consulta: não faz requisições nem analisa o seu domínio. Se o que você precisa é ver os registros reais de um domínio, a ferramenta de consulta DNS os resolve ao vivo.
Aejemplo.com. 3600 IN A 192.0.2.10Aponta um nome para um endereço IPv4. O 3600 é o TTL em segundos: por quanto tempo os resolvers podem manter a resposta em cache.MXejemplo.com. 3600 IN MX 10 mail.ejemplo.com.O número é a prioridade: tenta-se primeiro o valor mais baixo. Costuma-se declarar vários MX para ter redundância.TXTejemplo.com. 3600 IN TXT "v=spf1 include:_spf.google.com ~all"Os registros TXT guardam texto livre. São usados sobretudo para SPF, DKIM, DMARC e para verificar a propriedade de um domínio.Um registro A aponta diretamente para um endereço IPv4. Um CNAME aponta para outro nome, que por sua vez é resolvido. O CNAME é cômodo quando o IP de destino muda com frequência, mas acrescenta mais um salto à resolução e tem restrições: não pode conviver com outros registros do mesmo nome nem ser usado na raiz do domínio.
Porque a raiz da zona obrigatoriamente tem registros SOA e NS, e o padrão não permite que um CNAME coexista com outros registros do mesmo nome. Para resolver isso, muitos provedores oferecem alternativas próprias do tipo ALIAS ou ANAME, que se comportam como um CNAME mas devolvem diretamente o endereço.
O TTL (time to live) é a quantidade de segundos que os resolvers podem manter a resposta em cache. Um TTL alto reduz consultas e acelera a resolução; um baixo faz com que as mudanças se propaguem antes. A prática habitual é reduzi-lo algumas horas antes de uma migração e voltar a aumentá-lo quando a mudança já estiver estável.
Porque o valor anterior continua em cache. Até vencer o TTL com o qual a resposta anterior foi servida, os resolvers intermediários e o sistema operacional podem continuar devolvendo o dado antigo. Também influi o cache do próprio navegador, que às vezes conserva a resolução além do TTL.
Declara quais autoridades certificadoras estão autorizadas a emitir certificados para o domínio. As CAs são obrigadas a consultá-lo antes de emitir, então é uma forma simples de evitar que um terceiro obtenha um certificado válido para o seu domínio em outra CA.